revisito-me à noite quando as estrelas brilham mais do que a minha consciência enublada pela confusão que abala tudo em que acredito e quando tu estás mais longe do que nunca.
olho para dentro de mim como quem olha para a superfície de um lago e não se vê reflectido.
mergulho num mar de confusão, gritos e histeria do qual não sei se tenho a força ou a vontade para sair. mas tudo acaba quando regressas. abençoada fonte de lucidez ainda que efémera.