Critica por favor o meu elevado ego

23/12/2014

Desalinhados

poesia — João Oliveira @ 03:26

Ela ainda assombra os meus pensamentos
Está presente em tudo o que faço
E segue todos os meus movimentos
Ela traz uma tempestade de sentimentos
Enquanto me faz tropeçar nos meus passos desalinhados
E por vezes só quero cair, perder-me no espaço
Render-me prostrado a estes pressentimentos
E afogar-me neste mar de ressentimentos.

:: 23 de Julho de 2014


06/11/2014

A coisa estranha

música, poesia — João Oliveira @ 11:13

(continuar a ler)


18/07/2014

poema e canção (3)

exercício, poesia — João Oliveira @ 20:41

fiz de ti poema e canção
em tarde de inverno e noite de verão
fiz-te nascer do sol e poente
noite de insónia demente

foste tudo a partir do nada
lua cheia toda iluminada
foste fonte de vida
reacender da esperança perdida

és razão sem porquês
algo que sentes mas não vês
história de final triste
porque o amor já não existe

és razão sem porquês
algo que sentes mas não vês
história de final triste
porque o amor já não existe

fiz de ti o meu pecado predilecto
falta de perdão incerto
fiz-te queda e abismo
razão de todo o altruísmo

foste versos para respirar
livro escrito ainda por desfolhar
foste página em branco por escrever
linhas vazias, sentimentos por preencher

és razão sem porquês
algo que sentes mas não vês
história de final triste
porque o amor já não existe

és razão sem porquês
algo que sentes mas não vês
história de final triste
porque o amor já não existe

[1][2]


02/07/2014

10 anos sem Sophia

imagens, poesia — João Oliveira @ 14:10

sophia

(continuar a ler)


23/04/2014

Ficar

poesia — João Oliveira @ 01:27

O quarto ainda cheira a ti
Tens de vir mais vezes
Ficar mais vezes

Ficar


21/03/2014

sophia

poesia — João Oliveira @ 23:44

porque os outros se mascaram mas tu não
porque os outros usam a virtude
para comprar o que não tem perdão
porque os outros têm medo mas tu não

porque os outros são os túmulos caiados
onde germina calada a podridão.
porque os outros se calam mas tu não

porque os outros se compram e se vendem
e os seus gestos dão sempre dividendo
porque os outros são hábeis mas tu não

porque os outros vão à sombra dos abrigos
e tu vais de mãos dadas com os perigos
porque os outros calculam mas tu não


« página anteriorpágina seguinte »