Critica por favor o meu elevado ego

29/11/2014

Já chega

prosa — João Oliveira @ 21:28

Há sempre alguém que vai desiludir-te e fazer-te sentir que não és suficientemente bom para merecer a sua companhia. Mas és tu quem mais te desilude se continuas a deixar-te abater por quem não te dá o devido valor.

Já chega.


06/11/2014

A coisa estranha

música, poesia — João Oliveira @ 11:13

(continuar a ler)


16/10/2014

O convite

prosa — João Oliveira @ 14:23

Não me interessa qual é o teu modo de vida. Quero saber o que anseias e se te atreves a sonhar alcançar os desejos do teu coração.

Não me interessa saber a idade que tens. Quero saber se arriscas fazer figura de louca por amor, pelo teu sonho, pela aventura de estar viva.

Não me interessa saber quais os planetas que estão em quadratura com a tua lua. Quero saber se tocaste o centro da tua própria dor, se as traições da vida te abriram ou se murchaste e te fechaste com medo de outros sofrimentos! Quero saber se consegues sentar-te com a dor, a minha ou a tua, sem te mexeres para a esconder, disfarçar ou compor.

Quero saber se consegues viver a alegria, a minha ou a tua, se consegues dançar loucamente e deixar que o êxtase te encha até às pontas dos pés e das mãos, sem nos advertires para termos cuidado, sermos realistas ou nos relembrares as limitações de ser humano.

Não me interessa se a história que me contas é verdadeira. Quero saber se consegues desapontar o outro para seres verdadeira contigo própria; se consegues suportar a acusação de traição e não atraiçoares a tua própria alma; se consegues não ter fé e seres, por isso, digna de confiança.

Quero saber se consegues ver a beleza todos os dias, mesmo quando o que vês não é bonito, e se consegues basear a tua própria vida na sua presença.

Quero saber se consegues viver com o fracasso, teu e meu, e mesmo assim erguer-te à beira do lago e gritar SIM! à lua cheia prateada.

Não me interessa onde vives nem quanto dinheiro tens. Quero saber se depois de uma noite de dor e desespero, exausta, dorida até aos ossos, consegues levantar-te e fazer o que é preciso (…).

Não me interessa quem tu conheces, nem como chegaste aqui. Quero saber se ficarás comigo, no centro do fogo, sem recuares.

Não me interessa onde ou o quê ou com quem estudaste. Quero saber o que te sustém interiormente quando tudo o mais desaba à tua volta.

Quero saber se consegues estar só contigo mesma e se verdadeiramente gostas da companhia que te fazes nos momentos vazios.

 

:: Tradução do texto “O convite”, de Oriah Mountain Dreamer

06/09/2014

Tenho o peito fechado

música — João Oliveira @ 22:17

(continuar a ler)


12/08/2014

A saudade

prosa — João Oliveira @ 08:22

A saudade

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