Critica por favor o meu elevado ego

12/08/2014

A saudade

prosa — João Oliveira @ 08:22

A saudade

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06/08/2014

Quando ela está por perto

prosa — João Oliveira @ 02:27

Ela tem nome de deusa egípcia, mas isso é apenas um pormenor. Ela é uma mulher terra a terra, bem ao meu gosto, que sabe o que quer e não tem medo de dizê-lo.

Apesar do nome, não tem as curvas de uma deusa grega, mas isso também não é o mais importante. Com a idade vamos percebendo que é a substância, mais do que a aparência, que mais importa. Que não é com um grande peito ou um bom rabo que vais ficar a falar noite dentro quando a vida te mostrar o lado mais amargo.

Ela diz-me que não sabe o que vejo nela. Reconheço que não é nenhuma bomba latina, mas voltamos à conversa da substância e da aparência: é que há nela qualquer coisa que me faz sentir bem. Tem uma beleza que me conforta. Que me protege. Há um quentinho que me preenche por dentro quando fico parado a contemplá-la.

E o meu coração fica sempre num alvoroço sempre que ela está por perto. Ela tem o dom de aparecer ou dar sinal de vida sempre que penso nela. Dou por mim a sorrir feito parvo quando ela está por perto. Ou quando penso nela. Com vontade de pegar nela e fugir, sempre que está perto.

E ela faz uns trejeitos tão engraçados e adoráveis enquanto fala e sorri por entre as palavras que um gajo não consegue não derreter-se e querer afogar-se naquele sorriso e nas covinhas que ele lhe desenha na cara.

Ela é um espírito livre. Mais livre do que o meu, pelo menos. E com ele, liberta-me. Por isso quero estar sempre perto dela. Gosto da pessoa que sou quando ela está perto. Mais calmo. Sereno. Melhor. Só porque ela está perto.


27/07/2014

Confissões (8)

confissões — João Oliveira @ 15:55

Confissões (8)

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18/07/2014

poema e canção (3)

exercício, poesia — João Oliveira @ 20:41

fiz de ti poema e canção
em tarde de inverno e noite de verão
fiz-te nascer do sol e poente
noite de insónia demente

foste tudo a partir do nada
lua cheia toda iluminada
foste fonte de vida
reacender da esperança perdida

és razão sem porquês
algo que sentes mas não vês
história de final triste
porque o amor já não existe

és razão sem porquês
algo que sentes mas não vês
história de final triste
porque o amor já não existe

fiz de ti o meu pecado predilecto
falta de perdão incerto
fiz-te queda e abismo
razão de todo o altruísmo

foste versos para respirar
livro escrito ainda por desfolhar
foste página em branco por escrever
linhas vazias, sentimentos por preencher

és razão sem porquês
algo que sentes mas não vês
história de final triste
porque o amor já não existe

és razão sem porquês
algo que sentes mas não vês
história de final triste
porque o amor já não existe

[1][2]


02/07/2014

10 anos sem Sophia

imagens, poesia — João Oliveira @ 14:10

sophia

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